• 0

As 6 dicas para cuidar do seu veículo em período de chuvas

O verão e as férias levam muitos motoristas às estradas. Entretanto, esse período é acompanhado também de chuvas em diversas regiões brasileiras. Por isso, é necessário que os condutores fiquem atentos à manutenção do carro, em busca de aumentar a segurança e evitar transtornos no caminho. Com o objetivo de auxiliar os condutores que vão viajar, o coordenador dos centros Automotivos Porto Seguro, Ronaldo Espindola, destaca algumas dicas para uma viagem segura.

Fique atento aos limpadores

Ter uma boa visibilidade é essencial para manter a segurança na época de chuvas, por isso, o limpador de para-brisa deve estar em perfeito estado. Riscos de borracha no vidro e o som emitido pela peça são indícios de que está na hora de mudar a peça.

Verifique os faróis e Lanternas

Dias chuvosos requerem o farol aceso, porque tendem ser naturalmente mais escuros. Por isso e por uma questão de segurança, o motorista deve estar atento na revisão das luzes dos faróis e lanternas.

Os pneus devem estar em perfeito estado

A aquaplanagem é um fenômeno conhecido por muitos motoristas, que praticamente perdem o controle do carro devido à falta de contato entre o pneu e o chão. Assim, é essencial que o condutor confira sempre o estado dos pneus, medindo a profundidade dos sulcos dos pneus (ranhuras na borracha) do veículo, pois são eles que apontam a condição atual da borracha.

A manutenção dos freios deve estar em dia

Manter o sistema de freios, que inclui discos, cilindros, etc, em boas condições é essencial para o bom funcionamento do veículo e para garantir a segurança do motorista. Por isso, é importante que o motorista se atente a ruídos ou demora ao frear, pois são alguns indícios da necessidade de manutenção.

Verifique o sistema de circulação de ar

É necessário realizar manutenção das entradas de ar e do sistema de ventilação, independente do veículo possuir ou não ar condicionado, já que, em casos de opacidade do vidro, eles resolvem o problema de maneira mais rápida, evitando que o motorista corra riscos.

E se entrar água no veículo?

Em casos de enchentes, não é recomendável que o motorista ligue o carro. Isso porque, a invasão da água pode causar a paralisação e até a perda do motor. O recomendável é que o motorista mantenha a calma e acione o guincho. Após a retirada do veículo com segurança, o motorista deve levá-lo para uma revisão geral.

Fonte: A Crítica


  • 0

Carro barulhento: fique atento aos ruídos emitidos

É certo que quase todo carro faz um barulhinho ou outro quando dirigimos por aí. Alguns, inclusive, fazem um barulhão. Mas nem todo som que um veículo emite é normal e alguns podem indicar necessidade de manutenção.

Para evitar o desgaste de várias peças, gastos maiores e até acidentes, fique atento aos ruídos listados abaixo:

Assovio ao frear

O sistema de freios deve ser silencioso. Assim, se você ouve um assovio ao pisar no freio a causa mais provável é o desgaste excessivo das pastilhas, que são equipadas com alarmes sonoros para “gritar” quando devem ser trocadas.
Se as pastilhas quase novas estiverem assoviando, elas podem ser de má qualidade e estar vitrificando. Neste caso, vale conferir o que está acontecendo e trocá-las se for necessário.

“Canto” dos pneus

Não é só por arrancadas intensas ou curvas em alta velocidade que os pneus cantam: se o carro estiver desalinhado, isso também pode ocorrer. Para resolver o problema, basta fazer o alinhamento.

Estalos ao fazer curvas

Estalos repetitivos que vêm das rodas e são ouvidos não apenas nas curvas, mas também ao manobrar o carro, significam deterioração da coifa de borracha.

Esta parte protege a junta homocinética, que é um dos componentes responsáveis pela transmissão da rotação das rodas para o motor. Para evitar acidentes, é recomendada a troca da peça.

Estalos do motor

Ruídos vindos do motor no momento da partida, quando o carro entra em movimento, ou da troca de marchas, podem ser provocados pelo desgaste do coxim do motor ou do câmbio, que precisam ser verificados imediatamente para que o motor ou o câmbio não sejam danificados.

Rangidos e batidas secas na suspensão

Sem uma análise detalhada de todo o sistema de suspensão do veículo é difícil determinar a causa desses rangidos e batidas secas. Por isso, se o seu veículo começar a emitir esses sons, é importante levá-lo ao mecânico e avaliar amortecedores, caixa de direção, pivôs, barras, bandejas e buchas.

Ronco do rolamento

Ruído que lembra o de um ventilador, mas mais grave e abafado, é ouvido quando o carro está em movimento. A razão para isso é o desgaste dos rolamentos das rodas, o qual pode gerar problemas mais graves, como travamento ou avarias na ponta de eixo.

Fonte: Gazeta do Povo


  • 0

Check-up imprescindível

Fim de ano chegou, e o destino de muitos brasileiros já está definido. A grande maioria que pretende viajar nessa época vai pelas estradas de todo o país e, com isso, ajuda a aumentar o tráfego de veículos nas vias. Atualmente, mesmo com tantas informações sobre os cuidados com o veículo, ainda há os mais desatentos que se esquecem de fazer a manutenção preventiva para evitar problemas com o carro, especialmente antes de viagens de férias e feriados.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), ao longo do ano passado, o número de veículos atendidos nas estradas do país ultrapassou os 2,3 milhões. As principais causas dos socorros tiveram esta ordem: panes mecânicas, panes elétricas, trocas de pneus e, acreditem, panes secas. O número de veículos guinchados apenas nas estradas privatizadas do país chegou a 942 mil veículos.“Esses números são alarmantes para as nossas estradas. Todos esses problemas são causados pela falta de atenção dos proprietários em realizar manutenções simples e que podem diminuir em até 70% as chances de problemas mecânicos, caso feitas com antecedência”, afirma Fábio Facca, gerente nacional da Campneus.

Faça você mesmo

Entre os problemas mais recorrentes observados pela ABCR, muitos podem ser evitados sem qualquer dificuldade pelo próprio dono do carro, como a calibragem correta dos pneus, a verificação do nível de água do reservatório e a checagem do nível de combustível antes de pegar a estrada.

“São itens que o motorista pode fazer uma checagem na garagem de casa, sem precisar de auxílio técnico. Essa verificação é importante não só para os períodos de viagem, mas também para quem utiliza o carro no cotidiano”, reforça Facca. A avaliação de lâmpadas queimadas do sistema de sinalização e iluminação também pode ser realizadas em casa. Basta abrir o manual do veículo, que constam as informações de como fazer a substituição de uma lâmpada, por exemplo. Já componentes com um nível de complexidade maior de manutenção devem ser analisados por profissionais especializados.

Periodicidade ideal

Mas afinal, quando é realmente recomendado fazer uma boa revisão no veículo? De quanto em quanto tempo? De acordo com Gerson Burin, coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi-Mapfre), não existe um padrão. O certo, segundo ele, é consultar o manual do proprietário e respeitar os prazos de revisão estipulados pela própria montadora.

“Caso perceba alguma anormalidade, encaminhe o veículo para uma oficina para identificar o problema o quanto antes. Veículos mais antigos merecem uma atenção maior sobre a revisão periódica”, alerta Gerson Burin.

Chuvas exigem atenção extra com os pneus

Nos meses de dezembro e de janeiro é comum que o tempo mude de uma hora para outra e que ocorram, sobretudo no Sudeste do país, grandes pancadas de chuva. Isso também exige atenção extra na manutenção de vários itens do carro.

“Para as condições de chuva é importante uma verificação no estado dos pneus e sua calibragem, evitando o desgaste excessivo dos mesmos, se baseando na marcação TWI de desgaste dos pneus. Caso essa marcação inicie contato com o solo, é hora de substituir os pneus por novos”, orienta Gerson Burin.

Para maior segurança, os pneus mais novos sempre devem ser montados no eixo traseiro do veículo. Segundo o técnico do Cesvi-Mapfre, não menos importante é checar o estado das palhetas limpadoras do para-brisa. Caso estejam ressecadas, deve se fazer a substituição. “É interessante também, usar detergente neutro no reservatório de água do para-brisa”, indica o especialista.

Antes de cair na estrada, deve-se também verificar o funcionamento do sistema de iluminação do carro (faróis, lanternas, setas, pisca-alerta e luzes de placa). Todos esses itens ajudam na visualização do veículo durante a chuva, principalmente à noite.

Quem deixa o carro na concessionária ou na oficina para uma revisão sabe que, em alguns casos, tentam fazer aquela velha “empurroterapia” de serviços caros e dispensáveis numa manutenção preventiva. Um exemplo clássico é a tal limpeza de bico. Fuja dessa pegadinha.

Outro serviço que não precisa de urgência nenhuma é a descarbonização do motor. Primeiro porque sua eficácia é discutível. Segundo, porque uma limpeza completa do carbono acumulado no motor só é possível com um banho químico, durante a retífica do cabeçote ou do motor.

 

TRISTE REALIDADE

Evite acidentes. Além poder “quebrar” no meio da pista, um carro sem revisão preventiva tem sua segurança comprometida e as chances de sofrer acidentes triplicadas, conforme um estudo espanhol de 2015. No ano passado, a Polícia Rodoviária Federal registrou 2.769 acidentes nas rodovias federais que cortam o Brasil nas festas de fim de ano.

Números lamentáveis. A mesma pesquisa constatou que 47% dos donos de carros não revisam os freios, 62% não checam os amortecedores e outros 47% não verificam o nível de óleo do motor.

É BOM FAZER!

Higienização do ar. Em prol do conforto e da saúde da família, se a grana não estiver muito curta e, sobretudo, se a viagem for mais longa, vale a pena gastar um pouco a mais na revisão para fazer uma higienização do ar-condicionado. Com o tempo, o filtro do sistema acumula fungos, bactérias e outras impurezas.

Sem seguro, não dá. Ter um seguro para seu veículo é um fator necessário para viajar 100% em paz. Para evitar surpresas, verifique sempre se a seguradora cobre longas distâncias em caso de você precisar de reboque no meio da rodovia. É importante não vacilar e manter o pagamento da apólice em dia para qualquer imprevisto.

Fonte: O tempo


  • 0

Manutenção: quando trocar o amortecedor?

Como é difícil definir a vida útil do amortecedor, o risco de ser enganado na sua troca é grande. Para ajudá-lo a não cair em armadilhas, confira abaixo as principais dúvidas que cercam esse item de segurança tão importante no carro.

Quando é hora de trocar?

Não dá para confiar em prazo por quilometragens, pois depende muito do piso por onde roda e do estilo de direção. Há amortecedor que não chega a 50.000 km, há outros que atingem os 150.000 km. Mas a suspensão dá o aviso.

Carro que trepida muito em oscilações da pista ou cuja traseira balança mais que gelatina pode indicar que chegou a hora. Se ao entrar em uma curva parece que o veículo desgarra e joga a traseira, também deve ser culpa do amortecedor.

Ruídos toda vez que a suspensão trabalha é outro indício. E, se ao encarar o buraco mais inocente, a suspensão dá final de curso (ouve-se uma batida seca), pode levar o veículo imediatamente a uma concessionária ou oficina.

Pressionar a traseira do carro revela o estado do amortecedor?

O que mais há no YouTube é tutorial de gente que dá dica de testar o amortecedor assim: pressiona a traseira duas vezes para baixo e a solta bruscamente. Rege a cartilha que, se a suspensão balançar para cima e para baixo muitas vezes, o amortecedor já era.

Não é bem assim. Não chega a ser um mito, porém é uma avaliação subjetiva, pois depende das características da suspensão de cada veículo.

Rodar na terra desgasta mais?

Sim. Não só pela trepidação excessiva e por pedras atingirem os componentes, mas também pela sujeira maior que entra em coifas e coxins.
Quando o problema é com a mola?

Geralmente é difícil perceber se o desgaste é na mola, mas também é a peça que menos se troca no conjunto. Pode durar até 150.000 km e só é substituída mesmo se estiver danificada.

A perda de altura do carro, por exemplo, indica problema na mola. Fique atento também à sua pintura: se houver fissura ou algo que danificou a tinta, a peça pode enferrujar e ter a durabilidade comprometida.

Marcas de contato entre os elos também é um sinal, porém não é regra, porque o diagnóstico de um problema somente de mola não é fácil.

O que trocar com o amortecedor?

Existe um kit que inclui ainda buchas, parafusos de fixação, coxins e batentes. O amortecedor gasto não implica necessariamente que os outros itens estejam comprometidos e tenham de ser trocados.

Especialistas, no entanto, recomendam que se renove o conjunto.

Afinal, já que está mudando o amortecedor, manter coxins e batentes velhos talvez comprometa a vida útil do novo componente no conjunto. Mas desconfie de orçamentos extensos que incluam molas e bandejas da suspensão.

Nesse caso, peça ao técnico que mostre onde está o desgaste das peças e procure outra concessionária ou loja especializada para ter uma segunda opinião.

Fonte: Quatro Rodas


  • 0

Seis formas de deixar seu carro bem cuidado e valorizado

Tomar alguns cuidados simples ao dirigir ou na hora de fazer a revisão programada pode garantir o bom funcionamento do seu veículo por mais tempo e ainda render um bom desconto na hora da troca por um zero-quilômetro. Duvida? Então, fique ligado:

Seis dicas para valorizar e conservar seu carro.

1- Leia o manual e siga à risca a programação de revisões

Muita gente nem olha para aquele livrinho que acompanha todo veículo zero-quilômetro, porque não imagina como ele pode ser útil para cuidar da manutenção do carro e ainda garantir sua valorização no momento da venda. Por isso, é importante ler o manual com atenção para entender as recomendações da montadora em relação à checagem de determinados itens de acordo com a quilometragem do carro. Ao realizar as revisões programadas, você garante que os fluidos e as peças de desgaste natural, como velas e cabos, bateria, correias e rolamentos, sejam substituídos no momento correto. Além disso, vale lembrar que as revisões programadas são indispensáveis para manter a garantia de fábrica.

2- Pise leve nos primeiros quilômetros

Quando sair da concessionária com o seu carro novo, a dica é dirigir com o máximo de suavidade possível até os primeiros 1 500 quilômetros, para garantir o melhor funcionamento do motor e antecipar as trocas de marcha para não ultrapassar 3 500 rpm. Também compensa ficar longe das estradas nesse período.

3- Cuide da troca de fluidos e filtros

Não vale a pena, como muita gente faz, economizar nesses itens por dois motivos simples. O primeiro é que eles são baratos. O segundo é que, se não forem substituídos no prazo ideal, geram grandes prejuízos. Afinal, uma lubrificação deficiente pode diminuir o desempenho e aumentar o consumo de combustível. Além disso, o que pode ser muito pior: receber o diagnóstico de motor fundido, que chega a representar até metade do valor do automóvel na hora do conserto. O melhor é seguir a recomendação de fábrica para troca de fluidos e não arriscar a garantia do veículo.

4- Não economize na escolha do óleo

Não coloque em jogo o motor do carro utilizando um lubrificante de origem duvidosa. Se o fabricante sugere uso de óleo sintético, o melhor é seguir a recomendação, mesmo que o produto seja um pouco mais caro. Uma dica para quem quer economizar: prestar atenção no fato de que os óleos modernos (de boa qualidade, claro) não precisam de aditivos.

5- Checagem de pneus

Inclua na sua rotina uma checagem periódica das condições e da pressão de todos os pneus, inclusive do estepe, para observar o aparecimento de bolhas ou de desgaste irregular na banda de rodagem. Siga à risca a recomendação periódica de alinhamento da suspensão e balanceamento das rodas, mas não fique limitado a esses procedimentos. Sempre que perceber alguma irregularidade, como vibrações no volante ou sensação de que o carro está puxando para um dos lados, procure a concessionária.

6- Aproveite os programas de fidelidade

Para valorizar a manutenção do carro, vale a pena buscar programas de fidelidade que garantem bônus e facilidades extras. Quem utiliza Fiat Itaucard para pagar compras e serviços realizados em concessionárias Fiat, por exemplo, ganha pontos em dobro no programa de pontuação, que valem até 20 mil reais de desconto na compra de um Fiat novo. Funciona assim: 5% do valor das compras pagas com o cartão é convertido em pontos e cada ponto acumulado vale 1 real de desconto. Por exemplo, a cada 100 reais gastos, o cliente acumula cinco pontos. E, se o cartão for utilizado para compras e serviços nas concessionárias Fiat, cada 100 reais gastos equivalem a dez pontos.

Fonte: Quatro Rodas

 


  • 0

A manutenção dos pneus pode influenciar no gasto com combustível

 

Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), o preço do combustível já subiu oito vezes neste ano, o que causou dificuldades no bolso dos motoristas. Mas algumas pequenas atitudes, como a manutenção dos pneus dos veículos, podem fazer com que o abastecimento do automóvel saia mais em conta.

Reparos e manutenções preventivas nos pneus dos veículos podem ajudar a reduzir o consumo de combustível. Isso ocorre porque, como em qualquer meio de transporte, é necessária uma força. No caso dos automotivos, esta força vem do funcionamento do motor alimentado por gasolina, etanol, gás e até mesmo eletricidade.

Confira algumas medidas a serem tomadas para que o gasto de combustível seja reduzido:

Calibragem: quando um pneu está vazio, há mais atrito com o pavimento. Isso faz com que o motor aplique mais força para deslocar o carro, logo, utilizando mais combustível. Por outro lado, caso o pneu esteja cheio demais, haverá maior desgaste, aumentando a resistência à rodagem e a taxa de energia gasta de forma desnecessária;

Ressulcagem: este é o processo no qual os sulcos originais dos pneus são mais aprofundados, permitindo o aumento da vida útil do pneu enquanto a resistência ao rolamento ainda é baixa;

Rodízio: além de ser uma medida preventiva de segurança, o revezamento dos pneus ajuda a reduzir o consumo de combustível;

Alinhamento: quando o veículo está desalinhado, ou seja, com uma das rodas tortas em relação a outra, o motor aplicará mais força para que o automóvel se locomova, acarretando em um maior consumo de combustível. Alinhar o carro é uma boa forma de economizar gasolina e prevenir acidentes;

Balanceamento: este processo, que equilibra o conjunto de pneus através da aplicação de pesos nos aros das rodas para que todas estejam balanceadas, evita que o carro trepide e oscile durante a condução. Um carro não balanceado é um carro que terá os pneus deformados mais velozmente.

Fonte: Jornal Periscopio


  • 0

8 cuidados com o carro para garantir o sossego das férias

As festas de fim de ano estão próximas e, com elas, uma grande oportunidade para as férias: colocar em dia as pendências que você acumulou nos últimos meses, incluindo seu carro. A manutenção está em ordem? Faltou trocar alguma peça, algum filtro? E os pneus?
Para garantir que as viagens de verão não virem um pesadelo, é fundamental se planejar. “O veículo precisa estar em ordem. Pode ser o carro mais sofisticado, mais moderno. Se não estiver com a manutenção em dia, a viagem pode se tornar perigosa”, diz o engenheiro Celso Alves Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal do Trânsito.

“Uma das partes mais importantes e, por vezes, negligenciadas são os pneus. Algumas orientações simples garantem que não haja contratempos na viagem e, principalmente, maior segurança de todos nas estradas”, diz Flavio Santana, gerente de marketing de produto da Michelin América do Sul.

Você sabe tudo o que precisa conferir para garantir a segurança da família na estrada? Acompanhe nossa lista e descubra.

1. Confira o óleo

Quanto falta para a próxima troca de óleo? Ela vai acontecer durante a viagem? É recomendável fazer essa conta. Caso a quilometragem limite para o óleo seja alcançada durante as férias, pode ser melhor fazer a troca antes. Aproveite para checar se todos os filtros estão em ordem, se o carro tem algum farol queimado e se as paletas estão em bom estado – quando gastas, além de não limpar corretamente, ainda colaboram para que o para-brisa fique mais sujo.

2. Calibre os pneus

“Pneus descalibrados são um grande fator de risco. Se estão muito baixos, aumentam o desgaste do automóvel. Se ficam muito altos, perdem a aderência”, diz Mariano. Santana, da Michelin, explica: “A pressão ideal é a que está no Manual do Proprietário do Veículo, para carga completa (5 passageiros) ou carga normal (até 3 passageiros), pneus dianteiros, traseiros e estepe. Não confie na informação de frentistas, borracheiros ou outros ‘entendidos’. Ninguém consegue saber de memória as recomendações de pressão para todos os veículos.” Lembre-se também de encher os pneus quando eles estão frios. Se já rodaram bastante e ficaram aquecidos, o ar dentro deles se expande. Resultado: ao esfriar, o pneu vai ter menos pressão do que você colocou.

3. Alinhe e balanceie

“A suspensão do veículo é formada por componentes que são montados em ângulos e posições específicas. Com o uso, devido a vibrações e choques em buracos ou asfalto irregular, esses ângulos sofrem alterações. Isso faz com que o veículo tenda a ir para um determinado lado em linha reta. Os pneus podem ‘cantar’ em curvas mesmo a baixa velocidade e o veículo pode ter que arrastar as rodas para seguir em frente, gastando mais combustível e mais os pneus”, diz Santana. O alinhamento e o balanceamento são cruciais para evitar e corrigir esse tipo de problema grave. É bom realizar os dois procedimentos a cada 10 000 quilômetros, ou a cada revisão mecânica ou sempre que o carro tiver passado por algum impacto, como buracos.

4. Faça rodízio dos pneus

Quando os quatro pneus têm desgaste semelhante, o veículo fica mais equilibrado. Acontece que cada um dos pneus é submetido a um esforço diferente. Ao longo do tempo, o desgaste é desigual. Por isso, fazer o rodízio ajuda. Existem duas formas de trocar a posição dos pneus: colocar atrás os dois que estavam na frente e vice-versa ou o rodízio em X. A segunda escolha é mais indicada para veículos que costumam fazer mais curvas para um lado do que para outro. “É necessário verificar o tipo de desgaste dos pneus para decidir o melhor rodízio”, afirma Santana. “Um especialista em pneus, presente em todas as revendas Michelin, é a pessoa mais indicada para aconselhar o tipo de rodízio a se realizar.”

5. Confira os pneus

É bom conferir o estado dos pneus. O rodízio ajuda, mas pode ser o caso de trocá-los. Para saber se esse momento chegou, confira o Tread Wear Indicator, ou TWI. Trata-se de um indicador localizado na parte do pneu que fica em contato com o solo. Quando o desgaste atinge um determinado ponto marcado ali, é porque ele já passou do ponto mais seguro. Como saber se isso aconteceu? Basta buscar no ombro do pneu (a parte que fica entre a banda de rodagem e a lateral) pequenas marcas como um triângulo, as letras TWI ou mesmo o boneco da Michelin desenhado. Com as pontas dos dedos, é possível conferir os sulcos, incluindo o mais interno. Monitore também a situação do estepe: ele precisa estar em bom estado e calibrado.

6. Troque os pneus

“Se tiver que substituí-los, procure saber as diferenças entre as diversas opções. Busque comparativos e testes realizados por institutos independentes, comentários de blogs especializados e sites de comparação”, explica Santana. Existem muitas diferenças, e elas se manifestam na rua, como a durabilidade, a resistência a buracos e a aderência no asfalto seco ou molhado. Os pneus também são responsáveis por 20% do consumo de combustível. “Eles são o único ponto de contato do veículo com o solo”, diz Santana. “De nada adianta ter freios ABS, freios auxiliares eletrônicos EBD e sistemas que evitam o descontrole do veículo em curvas ESP se os pneus não corresponderem às necessidades do veículo.”

7. Encha o tanque

Muitas vezes, você vai encontrar longos trechos de estrada sem nenhum posto de gasolina. É sempre bom, ao longo da viagem, aproveitar todas as oportunidades para manter o tanque cheio. Mas tome cuidado com a qualidade do combustível – postos sem bandeira ou com preços baixos demais devem ser evitados. As paradas para abastecer também são úteis para o condutor descansar um pouco. O ideal é repousar ou trocar de motorista a cada 300 quilômetros de trajeto.

8. Dirija com cuidado

Tudo pronto? Não esqueça de tomar mais alguns cuidados. Em primeiro lugar, evite peso excessivo. Ele aumenta a carga sobre os pneus e o consumo de combustível. Além disso, ao chegar à pista, evite freadas inesperadas e mudanças bruscas de direção. E sempre observe os limites de velocidade. “Seguir a legislação de trânsito significa aumentar o controle sobre o veículo e, com isso, reduzir o risco de acidentes”, afirma o especialista Celso Alves Mariano.

Fonte: Quatro Rodas

 


  • 0

Vai viajar de carro? Confira sete itens chave para manutenção

Dezembro chegou e a contagem regressiva para as férias de final de ano está acabando. Diane disso, para quem vai viajar de carro, é preciso lembrar de fazer aquela manutenção preventiva, que pode evitar problemas durante o roteiro. Pensando nisso, a Campneus, uma das revendedoras oficiais de Pneus Pirelli no Brasil, explicou como verificar os sete itens chaves do veículo:

Bateria

Responsável pelo funcionamento dos componentes elétricos do carro, a bateria também tem influência sobre o funcionamento do motor. Caso esse item não passe por uma revisão antes de pegar a estrada, o veículo pode apresentar lentidão no percurso e baixa intensidade dos sinais luminosos. Além disso, uma bateria nova vai lhe custar a partir de R$ 350.

Oléo

Componente que lubrifica o motor, garantindo melhor funcionamento de todo o sistema. Verificar o óleo e trocá-lo sempre que necessário pode evitar problemas como dificuldade de partida. Outros transtornos como desgastes prematuros das peças e alto risco de fundir o motor são os principais deles.

Combustível

Essa é a principal fonte de energia do motor, quase que como um alimento para o carro. Sem ele, o veículo não funciona. Caso o combustível acabe no meio trajeto e alguma unidade policial notar a pane seca, o condutor pode ser multado e leva quatro pontos na carteira.

Suspensão

Essa parte do carro é a responsável por absorver os impactos sobre o solo, além de manter o pneu em contato com o chão e garantir a estabilidade do veículo. Caso o motorista não passe esse item na revisão antes de pegar a estrada, o carro pode apresentar falta de estabilidade nas curvas. Impactos indesejáveis, barulho e desgastes dos pneus são outros problemas que podem surgir.

Pneus

De todas as partes veículos, os pneus são os que estão em constate contato com o solo. Ficar atento à manutenção do conjunto pode ajudar e economizar combustível, além de livrar o condutor de multa no valor de R$ 127.

Freios

É o que assegura o momento de parada do carro. Pastilhas, discos e fluídos compõem essa parte do veículo e a falta de manutenção pode levar a problemas em frenagens, comuns ou emergenciais. Outros transtornos que podem correr são ruídos, trepidações e aumento do desgaste da suspensão.

Filtros

Eles retêm as impurezas que podem prejudicar o funcionamento do carro, relativos ao óleo, ar, cabine e combustível. Caso esse item fique de fora da manutenção, o gasto com combustível pode subir, como função de aumentar a lubrificação. O sistema ventilação também pode sofrer avarias, dessa forma, o motor e os ocupantes do carro serão prejudicados.

Fonte: Diário do Grande ABC


  • 0

Como cuidar da manutenção de carros automáticos e manuais

A escolha entre carros automáticos e manuais é uma dúvida entre muitos motoristas. Ambos possuem características diferentes tanto no momento de dirigir, quanto na manutenção e revisão. Para esclarecer todas as dúvidas sobre o funcionamento de ambas opções, Cláudio Cardoso, coordenador dos centros automotivos Porto Seguro, dá dicas de cuidados necessários ao levar o automóvel para conserto e manutenção.

O cuidado do câmbio automático deve ser maior?

A atenção do nível de óleo de câmbio é essencial para o bom desempenho e também durabilidade da peça. A falta de cuidado pode resultar em falhas ou em danos maiores como quebra de alguns componentes. Nível baixo pode significar vazamentos, fique atento.

Pesa no bolso ter um carro com câmbio automático?

Depende, se as verificações quanto à sua utilização e manutenção forem respeitadas, o dono do carro não terá problemas. Contudo, se o condutor negligenciar esses cuidados, o custo de manutenção será significativo, iniciando, em média, a partir de R$ 4 mil.
Pensando na utilização do combustível, a opção automática, quando bem utilizada, consome quase que a mesma quantidade de combustível de um veículo manual.

Como saber quais cuidados deve-se ter com o câmbio de um automóvel?

“Todas as informações sobre o câmbio de um automóvel encontram-se no Manual do Proprietário”, informa Cardoso. É ali que o motorista verifica com quantos quilômetros o carro deve ter para realizar a revisão e manutenção.

Além da manutenção do câmbio, que é diferente entre os modelos automáticos e manuais, existem outras diferenças na manutenção das demais peças do automóvel?
Apesar de terem diferenças por conta do mecanismo, a atenção em relação à revisão e à manutenção do carro é igual para ambos.

Outro ponto de atenção é o local onde seu carro passará pela manutenção. “É essencial levar seu veículo em oficinas especializadas, com profissionais qualificados, dessa forma o motorista garante um trabalho de qualidade e tranquilidade na condução”, finaliza o profissional.

Fonte: Garagem 360


  • 0

Vale a pena utilizar o martelinho de ouro?

Ter um carro proporciona conforto e outras vantagens como economia de tempo para chegar a determinado lugar. É um meio de transporte que te dá autonomia para ir para onde quiser, quando quiser. Mas ao mesmo tempo que tem vantagens, como qualquer coisa na vida, tem seus problemas. Manutenção, IPVA e gasolina são alguns exemplos. E é necessário sempre ter cuidado para não se envolver em acidentes, já que além do perigo com a vida, as dores de cabeça serão bem grandes.

Ao se envolver em um acidente, estar bem e não se machucar é o mais importante. Mas depois disso, começam os problemas. Se o carro estragou muito, se bateu em outro veículo e quanto custará o conserto. Normalmente não costuma ser barato reparar os estragos depois de um acidente. Mas uma boa dica e cada vez mais comum é a utilização da técnica do martelinho de ouro . Nesse caso, a economia será significativa e o tempo para o conserto ser realizado também será muito menor.
Com essa técnica, se a batida não foi muito forte e os danos na lataria foram pequenos, é possível com algumas batidas nos locais prejudicados consertar ou pelo menos deixar a lataria em melhores condições. Isso acaba sendo uma ótima saída para quem acabou se envolvendo em um acidente e não está em condições de bancar o alto custo para realizar os reparos.

 

Caso contrário, o investimento em uma chapeação para retirar os amassados e pintar as partes danificadas não costuma ser nada barato. Por isso que o martelinho de ouro acaba sendo uma ótima opção, já que pode ajustar os problemas sem precisar de todo esse investimento. A economia de tempo também é outro grande benefício, já que enquanto para realizar o trabalho completo em uma chapeação pode demorar alguns dias, com essa técnica em alguns minutos já é possível ter o problema resolvido e sair com o carro novamente.

Essa técnica que é um pouco recente, mas cada vez mais popular, acaba se tornando uma grande vantagem, já que proporciona economia de tempo, dinheiro e menos dores de cabeça, o que todos querem depois de se envolverem em algum acidente de trânsito, o que, por si só, já é uma grande dor de cabeça.

Caso tenha se envolvido em um acidente ou isso ocorra no futuro, agora você já sabe que pode utilizar essa técnica para economizar e consertar seu carro, dependendo de como foi a batida. Não precisa se preocupar achando que precisará investir muito dinheiro. Antes é necessário respirar fundo e buscar alternativas como essa, que podem resolver seu problema de forma muito mais simples. Da próxima vez que precisar, não se esqueça do martelinho de ouro.

Fonte: Terra


BUSCAR NO SITE

Facebook

ONDE ESTAMOS